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O Zen na dança do ventre


O pequeno eu percebe erroneamente a realidade sempre que impõe julgamentos estéticos ou morais arbitrário. Se uma mulher vê outra usando um chapéu verde diz: "Vejo uma mulher usando um chapéu verde", não há problema. Mas se ela diz: "Vejo uma mulher usando um horroroso chapéu verde", ela está fazendo um julgamento samsãrico*. Outra pessoa pode achá-lo bonito. Mas, na realidade, o chapéu não é nem belo, nem feio, ele simplesmente é. Texto: Ensinamentos Zen de Hsu Yun

O Zen na dança do ventre

A ilusão de que temos a ideia do que é bonito ou feio, do que é certo ou errado em uma dança, limita nossa capacidade de entrar em contato com a essência da alma em movimento, pois, como nos ensina Hsu Yun: "A realidade é mal interpretada porque tanto o observador quanto aquilo que está sendo observado mudam constantemente". Uma dança é a expressão de um corpo, e um corpo simplesmente é. Devemos parar tanto de julgar outras, como a nós mesmas, e nos voltar para a única coisa que realmente importa, a descoberta e o contato da bailarina com sua alma dançante.



*Samsãrico vem de Samsãra, e Samsãra é o mundo que nosso pequeno eu pensa que vê e apreende com os sentidos.

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